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30/09/2017
› Secretaria da Saúde II

SÉRIE ANIMAIS SINANTRÓPICOS DO CONTROLE DE VETORES DE GUAIÇARA: ESCORPIÃO II – ACIDENTES E PREVENÇÃO Fonte: Ministério da Saúde

Como ocorre o acidente?

Os escorpiões não atacam o homem intencionalmente, e o acidente geralmente ocorre no momento em que o indivíduo encosta a mão, o pé ou outra parte do corpo no animal. O ambiente natural modificado pelo desmatamento e pela ocupação do homem causa uma quebra na cadeia alimentar, acabando também com seus locais de abrigo. Com a escassez de alimento, esses animais passam a procurar alimento e abrigo em residências, terrenos baldios e áreas de construção. Locais onde há acúmulo de matéria orgânica, entulhos, lixos, depósitos e armazéns atraem baratas pela disponibilidade de alimento e umidade. Os escorpiões têm por alimento principal as baratas, e se deslocam aos lugares onde há abundância deste alimento. Por isso os escorpiões ocorrem com tanta frequência dentro das residências. Comumente os locais onde há proliferação intensa de escorpiões possuem um histórico de presença abundante de baratas. Os grupos mais expostos são os de pessoas que atuam na construção civil, assim como crianças e donas de casa que permanecem um maior período na casa e quintal. Ainda nas áreas urbanas, são sujeitos os trabalhadores de madeireiras, transportadoras e distribuidoras de hortifrutigranjeiros, por manusearem objetos e alimentos onde podem estar escondidos os escorpiões. Estes procuram alimento durante a noite, podendo entrar nas residências através de tubulação para fiação e encanamentos de esgotos, além de frestas de paredes, portas e janelas. Podem esconder-se da claridade do dia em lugares escuros como dentro de calçados, armários, gavetas, panos e toalhas em áreas de serviço e banheiro.

Como proceder em caso de acidente?

As medidas devem ser adotadas de imediato e o tratamento instituído o mais rápido possível após o acidente. Sobre o que fazer: Limpar o local com água e sabão; Procurar orientação médica imediata, no caso de Guaiçara, a Santa Casa de Lins, que é a nossa referência para acidentes com escorpiões; Se possível, capturar o animal, morto, e levar junto para a auxiliar o diagnóstico. Sobre o que não fazer: Não amarrar ou fazer torniquete; Não aplicar nenhum tipo de substância no local da picada (fezes, álcool, querosene, fumo, ervas, urina) nem fazer curativos que fechem o local, pois podem favorecer a ocorrência de infecções; Não dar bebidas alcoólicas para o acidentado, ou outros líquidos como álcool, gasolina, querosene, etc., pois não têm efeito contra o veneno e podem agravar o quadro.

Em adultos, a dor é o sintoma mais comum e seu alívio pode ser conseguido por meio de compressas mornas quando o quadro não é muito intenso. Compressas com gelo ou água gelada costumam acentuar a sensação dolorosa não sendo, portanto, indicadas. Qualquer outra medida ou procedimento local está contraindicado. Em caso de crianças, principalmente se a picada for de escorpião amarelo, a presença de náuseas e vômitos requer o encaminhamento imediato para a Santa Casa, para que a soroterapia seja realizada o mais rápido possível, dada a rápida progressão do envenenamento. Não deve ser descartada a possibilidade de casos graves envolvendo acidentes com outras espécies de escorpião, por isso sempre busque orientação médica.

O que fazer para evitar o acidente escorpiônico?

No dia a dia: Examinar roupas (inclusive as de cama), calçados, toalhas de banho e de rosto, pano de chão e tapetes, antes de usar; Usar luvas de raspa de couro e calçados fechados durante o manuseio de materiais de construção, transporte de lenha, madeira e pedras em geral; Manter berços e camas afastados, no mínimo 10 cm, das paredes e evitar que mosquiteiros e roupas de cama esbarrem no chão; Tomar cuidado ao encostar-se em locais escuros e úmido e com presença de baratas.

Na área externa: Manter limpos quintais e jardins, não acumular folhas secas e lixo domiciliar; Acondicionar o lixo doméstico em sacos plásticos ou outros recipiente fechados e apropriados, e colocar para o serviço de coleta recolher; Nunca jogar o lixo em terrenos baldios ou quintais; Limpar terrenos baldios situados a cerca de dois metros (aceiro) das redondezas dos imóveis; Eliminar fontes de alimento para escorpiões: baratas, aranhas, grilos e outros pequenos animais invertebrados; Evitar a formação de ambientes favoráveis ao abrigo de escorpiões, como obras de construção civil e terraplanagens que possam deixar entulhos, superfícies sem revestimento, umidade, etc.; Remover periodicamente materiais de construção e lenha armazenados, evitando o acúmulo exagerado; Preservar os inimigos naturais dos escorpiões, especialmente aves de hábitos noturnos (corujas, joão-bobo, etc.), pequenos macacos, quati, lagartos, sapos e gansos (galinhas não são eficazes agentes controladores de escorpiões); Evitar queimadas em terrenos baldios, pois desalojam os escorpiões; Remover folhagens, arbustos e trepadeiras junto às paredes externas e muros; Manter fossas sépticas bem vedadas, para evitar a passagem de baratas e escorpiões; Rebocar paredes externas e muros para que não apresentem vãos ou frestas.

Na área interna: Rebocar paredes para que não apresentem vãos ou frestas; Vedar soleiras de portas com rolos de areia ou rodos de borracha; reparar rodapés soltos e colocar telas nas janelas; Telar as aberturas de ralos, pias e

tanques; Telar abertura de ventilação de porões e manter assoalhos calafetados; Manter todos os pontos de energia e telefone devidamente vedados.

Observação: Em áreas rurais, a preparação do solo para plantio pode promover o desalojamento de escorpiões de seu habitat natural (barrancos, cupinzeiros, troncos de árvores abandonadas por longos períodos).

 
 
 

 
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